Na verdade, essa ideia me surgiu para fazer piada, mas ela realmente pode causar algum tipo de reflexão, então acho que vale a pena ser escrita. Ela envolve Rebecca Black, uma quase cantora adolescente dos E.U.A., que publicou um clip na internet. Eu colocaria o vídeo aqui, mas não tenho conhecimento suficiente para isso, então colocarei só a página onde se encontra. http://www.youtube.com/watch?v=ytZPMcI8f1A
Com excepcionais 15655 pessoas não gostando do vídeo no momento que esse texto foi escrito, só na versão legendada em português, o tema virou motivo de piada entre pessoas do mundo inteiro. Para ler o texto você já deveria ter visto o clipe, mas se está com preguiça, eu resumo. É uma menina que quer curtir a sexta feira e fica dançando em um carro dirigido por um rapaz que parece ter 14 anos, mas vai saber...
Eu, com minha incrível capacidade, senão um superpoder, de associar coisas que não tem nada a ver, inventei a estória de que na verdade Rebecca Black é uma estudante de filosofia fazendo uma imensa crítica social. Como pode jovens que tem uma certa dificuldade em contar os dias da semana ou escolher o lugar onde se sentarão(não vou explicar, veja o vídeo) querer sair sexta a noite para uma festa?
A completa falta de prioridades dessse jovens está causando um distúrbio da sociedade como nós a conhecemos, onde primeiro deveria vir as responsbilidades (estudar, por exemplo, se bem que acho que ninguém estuda a ordem dos dias da semana...) e depois a diversão. A gravidez na adolescência é um ótimo exemplo, quando jovens querem copular antes de aprenderem sobre métodos contraceptivos, e prejudicam assim a sua formação profissional e o futuro de seus filhos, que crescerão sem uma base sólida, a não ser que os pais desses jovens resolvam assumir a responsabilidade. No fundo talvez seja esse o problema, a garotada que nunca teve que suportar as consequências de seus atos.
Seria bacana se isso fosse verdade, se os jovens começassem a entender que o mundo não vai acabar amanhã (talvez em 2012) e que aprendessem a ter visão criticas antes de se embebedar e dirigir, que voltassem com a ideologia que havia entre essa classe algum tempo atrás, que fossem a mudança que gostariam de ver no mundo. Mas isso é uma outra discussão que pode levar séculos, e também não parece que vai acontecer tão cedo...
Com excepcionais 15655 pessoas não gostando do vídeo no momento que esse texto foi escrito, só na versão legendada em português, o tema virou motivo de piada entre pessoas do mundo inteiro. Para ler o texto você já deveria ter visto o clipe, mas se está com preguiça, eu resumo. É uma menina que quer curtir a sexta feira e fica dançando em um carro dirigido por um rapaz que parece ter 14 anos, mas vai saber...
Eu, com minha incrível capacidade, senão um superpoder, de associar coisas que não tem nada a ver, inventei a estória de que na verdade Rebecca Black é uma estudante de filosofia fazendo uma imensa crítica social. Como pode jovens que tem uma certa dificuldade em contar os dias da semana ou escolher o lugar onde se sentarão(não vou explicar, veja o vídeo) querer sair sexta a noite para uma festa?
A completa falta de prioridades dessse jovens está causando um distúrbio da sociedade como nós a conhecemos, onde primeiro deveria vir as responsbilidades (estudar, por exemplo, se bem que acho que ninguém estuda a ordem dos dias da semana...) e depois a diversão. A gravidez na adolescência é um ótimo exemplo, quando jovens querem copular antes de aprenderem sobre métodos contraceptivos, e prejudicam assim a sua formação profissional e o futuro de seus filhos, que crescerão sem uma base sólida, a não ser que os pais desses jovens resolvam assumir a responsabilidade. No fundo talvez seja esse o problema, a garotada que nunca teve que suportar as consequências de seus atos.
Seria bacana se isso fosse verdade, se os jovens começassem a entender que o mundo não vai acabar amanhã (talvez em 2012) e que aprendessem a ter visão criticas antes de se embebedar e dirigir, que voltassem com a ideologia que havia entre essa classe algum tempo atrás, que fossem a mudança que gostariam de ver no mundo. Mas isso é uma outra discussão que pode levar séculos, e também não parece que vai acontecer tão cedo...